segunda-feira, 4 de junho de 2012

Natal


Realizamos os enfeites da Sala de Recursos com adesivos nas janelas, depois confeccionamos uma linda árvore de natal com dobradura de jornais, Cds e reaproveitamento de bolsas. 

Foi muito rica e criativa a atividade .





























Enfeites - Festa Junina








Emocionômetro - O rosto fala





Este trabalho foi desenvolvido com intuito de levar os alunos a perceberem como nossa expressão facial é importante, e como, que  através dela, podemos demonstrar como estamos nos sentindo.

Seguindo o passo a passo : 

  • Entramos no site da Recreio on-line ( atividades ) 
  • Cada aluno montou sua expressão e descreveu como se sentia;
  • Montamos as carinhas , que sempre que chegavam para o AEE escolhiam a que mais o expresava naquele dia .
Depois desta atividade ficou mais fácil compreender cada um dia após dia .












Mosaico Geométrico








Incluindo com arte


Incluindo com arte



Projeto Arca de Noé 
Neste Projeto trabalhei com o livro de Vinicius de Moraes "A arca de Noé", onde através  dos textos e poesias foi possível resgatar vários conceitos como amizade, respeito, cumplicidade, além de proporcionar momentos de muita alegria e criatividade.


 



































PECS


Como Começar a Usar o PECS

PASSO 1 -
As instruções que me foram dadas pela professora com treinamento no “Teacch” e pela fonoaudióloga da primeira escola que meu filho freqüentou são as seguintes:
Eu deveria começar utilizando a foto do PECS de um biscoito-sempre atrativo. O PECS deve ser utilizado junto com a fala e a linguagem dos sinais. Na linguagem dos sinais eu usava “parar”, “esperar”, “não”, “acabou” (no sentido de terminar), “comer” “ajuda”. Fui introduzindo outros sinais como “ir ao banheiro”, “desculpa”, “por favor”. Quando se usa a foto não há necessidade de se utilizar a linguagem dos sinais, só a fala basta. No momento em que o autista começar a usar corretamente o PECS, (mostrar a foto do biscoito), o biscoito deve ser dado imediatamente, não importando horários convencionais para a alimentação. No caso do autista não gostar de biscoito, usar a foto de algo que realmente lhe interesse (brinquedo, TV, etc.). Outras fotos só devem ser introduzidas após o autista entender o processo, ou seja: pegar a foto deixada ao seu alcance e mostrá-la e, com isso, obter imediatamente a resposta.
Seguindo as instruções comprei o biscoito preferido pelo Luke: chocolate recheado com baunilha, e deixei o pacote longe da vista dele. Plastifiquei a foto do PECS que representava o biscoito, prendi um imã atrás dela e a coloquei na porta da geladeira, tendo o cuidado de retirar da mesma todos os enfeites.
Fui até o Luke e perguntei se ele queria um biscoito. Não obtive resposta. Tomei-o pela mão e fomos até a geladeira, mostrei a ele a foto e disse apontando para ela, ”biscoito”, “biscoito”. Retiramos a foto da geladeira e dei a ele, imediatamente, o biscoito.
Quando ele terminou de comer um biscoito, repeti a operação, o que tornei a fazer algumas vezes durante o dia. No dia seguinte, Luke acordou pela manhã e foi diretamente até a geladeira de onde retirou a foto e me trouxe. Dois dias depois ele me mostrava a fotografia e falava “biscoito” sem necessitar mais de nenhum estímulo de minha parte.
Quando notei que ele já identificava a foto e a usava para pedir o biscoito, coloquei mais uma foto do PECS na geladeira. Esta representava o leite (que Luke também gostava muito) e repeti a operação. Em uma semana ele estava usando duas fotos para pedir leite e biscoito. Assim comecei a colocar outras fotos de sua preferência, uma de cada vez, e ele as usava para pedir o que queria, mas só repetia o nome do biscoito. Nos outros casos, ele tentava falar juntando a imagem e o som, construindo sua própria fala.
Após Luke estar dominando o uso das fotos de comida, fiz para ele um roteiro de seu dia, escovar os dentes, trocar de roupa, tomar café da manhã…




PASSO 2

Costurei em um cabide um pedaço de pano onde apliquei velcro, e coloquei no quarto dele (sempre no mesmo lugar e bem visível). O processo para ensinar o autista a usar o roteiro é o mesmo do biscoito. Comece pela manhã, ao acordar. Leve o autista até o roteiro e tire a primeira foto que representará a primeira atividade da manhã (como ir ao banheiro urinar ou trocar de roupa, escovar os dentes, etc). Se a primeira ação do dia for escovar os dentes vá ao roteiro tire esta foto falando “escovar os dentes”, mostre bem a foto e coloque-a em uma cestinha, ao lado ou embaixo do roteiro (isso mostrará à criança que é aquela a ação a ser feita naquele momento). Desta maneira, ela aprenderá a falar a palavra e a reconhecer a ação. Quando terminar de escovar os dentes volte ao roteiro e tire a foto da próxima ação, (por exemplo, trocar de roupa) e repita o processo. Será necessário manter este sistema até que o autista comece a compreender o que irá fazer.
Também é importante que, se o autista for à escola ou sair de casa por qualquer razão, ao retornar tenha o roteiro já pronto para o resto do dia. As fotos devem estar em seqüência, na ordem em que os atos serão realizados. Se, por algum motivo, não der para fazer uma ação ou se tiver que substituí-la, troque a foto. Com o meu filho eu trocava as fotos sem que ele percebesse, mas, como ele não se apegava muito ao roteiro, usei-o mais para o Luke começar a reconhecer as ações e a falar. Utilizei este sistema durante um ano e depois mantive todas as ações em seqüência, mas não precisava mais tirar as fotos, só ter o roteiro das ações.
Hoje em dia tenho o roteiro só com as atividades diferentes que ele irá fazer, como ir a piscina, ao médico etc.
Também mantenho um calendário semanal que mostra que iremos à praia no sábado, casa da vovó no domingo, ao dentista na terça, escola de segunda a sexta. Desta maneira ele não pede para ir à praia todos os dias. (Este método só deverá ser usado quando o autista dominar o significado inicial do PECS e tiver alguma noção de tempo: hoje, amanhã, etc.).
Mesmo sabendo e fazendo toda sua rotina, Luke muitas vezes se irrita por ser segunda-feira e saber que só irá à praia no sábado.
Acho o calendário importante para dar uma orientação e um sentido de organização ao meu filho e, por isso, continuo trabalhando com ele.
Começamos com o calendário só há alguns meses. Foi necessário porque ele queria ir à praia todos os dias.






PASSO 3

Depois que começar a “Programação Diária”, o calendário, introduza as fotos das ações que serão praticadas na rua, como ir ao supermercado, voltar para casa, ir ao shopping, andar de carro ou ônibus, ir à Igreja, à casa da vovó, etc.
Nunca use a foto de sua casa para representar outra casa (da vovó, ou amiga), pois isso pode gerar confusão: o autista pensará que irá à sua casa e você quer dizer que a casa da vovó. Use outra foto do PECS para representar as outras casas e, se não tiver, tire a foto da casa da vovó ou da tia, amiga etc. É sempre aconselhável usar as fotos do PECS e evitar outras convencionais porque elas podem desviar a atenção do objetivo principal, uma vez que elas têm cores, brilho e outros detalhes que podem distrair a atenção do autista. Mas, se não encontrar uma foto do PECS que represente o que deseja use a foto convencional ou tirada por você.
Antes de sair de casa tenha sempre a programação completa e em seqüência (como ir ao carro, biblioteca, carro, supermercado, carro, voltar a casa). O procedimento é o mesmo: retire a foto do carro e fale “carro” imediatamente vá ao carro. Depois do autista estar no carro retire a próxima foto do roteiro ex: ir a biblioteca - retire a foto coloque dentro do roteiro e vá à biblioteca.
No roteiro que eu construí só cabiam 4 ou 5 fotos na frente do fichário que usei. Quando chegava na penúltima foto eu arrumava a seqüência novamente se tinha que fazer outras coisas na rua. A única foto que pode acabar o roteiro é a da sua casa onde haverá um outro roteiro esperando pelo autista.
Este método ensinará as palavras (falar) e a reconhecer as ações e ajudará, no futuro, o autista saber aonde vai e, assim, evitar ansiedade.
Não preciso mais usar este roteiro para a rua (usei-o por 2 anos). Hoje em dia meu filho entende quando digo aonde vamos. Mas eu falo sempre: vamos primeiro ao banco depois ao shopping (às vezes tenho que levantar a mão esquerda e dizer primeiro ir ao banco ai levanto a direita depois ao shopping, isso o ajuda a entender melhor, como se estivesse segurando uma bandeja), porque ele pode ficar aborrecido pelo fato da primeira ação não ser aquela que lhe é mais agradável. Com isso, ele vê que iremos ao shopping, mas primeiro temos que ir ao banco.
Também faço isso se ele tem que fazer uma escolha e não consegue se decidir: pergunto se ele quer brincar com a bola usando a mão esquerda ou com o carrinho usando a mão direita e ele bate na mão que eu usei para representar o que ele deseja e fala a palavra “bola” ou “carrinho”. Isso é simples e o ajuda a ver que tem que se decidir.
Só uso o roteiro para rua quando viajamos - porque não é uma coisa que fazemos sempre -, para o aeroporto onde há muitas esperas, muita gente, barulho, e onde acontecem muitos imprevistos. Com isso conseguimos diminuir a sua ansiedade.



PASSO 4
Também use em casa um fichário. Na frente dele coloque duas linhas de velcro e dentro, usando velcro e fotos plastificadas do PECS, tenha um conjunto de atividades como pintar, desenhar, brincar lá fora, brincar com brinquedos, merendar, tomar algum líquido. Deixe esta pasta sempre no mesmo lugar (é melhor ter duas ou mais, uma em cada lugar da casa. Eu tinha duas, uma no quarto dele e uma na sala. Isso vai depender também do tamanho da sua casa).
Lembre-se que a única maneira do autista fazer estas atividades será usando as fotos para pedir a ação, então tire tudo do alcance dela. Assim, a única maneira de brincar de massinha deverá ser pedindo com as fotos. Para começar pergunte à criança o que quer fazer e, juntos, abram o fichário. Se ela não se decidir a escolher, ajude-a, colocando uma foto na frente do fichário, dizendo o nome e fazendo a ação que escolheram em seguida. Com isso o autista vai aprender a escolher e a fazer seu próprio roteiro diário.
Futuramente poderá usar uma linha de velcro na frente do fichário para representar a ação que o autista quer fazer e uma segunda linha para a que não quer fazer (isso só quando ela já estiver compreendendo o método e souber fazer a escolha).
Não uso mais este método. Usei-o por dois anos. Agora o Luke já se expressa, pede o que quer e escolhe o que gostaria e não gostaria de fazer sem nenhum problema. Contudo ele tem este fichário na escola por ser um ambiente bastante movimentado e diversificado e, desta maneira as fotos podem ajudá-lo em caso de necessidade.


PASSO 5

Esconda ou tire do alcance do autista todos os brinquedos. Tire uma foto de cada brinquedo e faça com elas um fichário. Para obter o brinquedo o autista terá que usar as fotos.
No começo, para ensinar o método, vá ao fichário com o autista e tire ou deixe-a escolher o brinquedo que deseja. Lembre-se de dizer sempre, usando a foto, o nome do brinquedo (ou dos brinquedos, uma vez que poderá ter mais que um, sem problemas). Coloque a foto na frente da pasta e, depois que acabar de brincar retorne a foto ao fichário. Tenha esta pasta (é aconselhável que tenha mais de uma), sempre no mesmo lugar – que deve ser de fácil acesso.
Eu tinha só uma, no quarto do Luke e meu filho trazia o fichário para mim, escolhia o brinquedo que desejava, eu colocava com ele a foto na frente do fichário e dizia o nome do brinquedo e eu lhe dava imediatamente.
Hoje não uso mais este método. Usei-o por dois anos, agora o Luke se comunica, pede para comprar um brinquedo, solicita ajuda para achar um brinquedo que perdeu, contudo, esse método foi muito importante para o seu desenvolvimento.

Outras maneiras de iniciar o PECS
v  Há uma outra abordagem possível: sentar-se em uma mesa frente a frente com o autista e, no centro da mesa disponibilizar um biscoito (foto e real). Ele deve pegar a foto para receber o biscoito. Lembre-se, você deve orientar o autista na ação, literalmente pegar na sua “mão” e dirigir o movimento. Explico-me, ele deve receber e dar a mesma foto, entretanto, essa situação só será possível se for direcionada.
v  Neste mesmo exercício há uma interessante variação. Acrescentar duas fotos, sendo apenas uma a representação do objeto desejado (dica importante, não use fotos que representem uma hierarquia de interesses, o autista não pode e nem deve ser confundido, use apenas uma foto que desperte o seu interesse. A outra não deve representar nada, deverá ser rejeitada).
Para esse exercício podemos utilizar a mesa, como descrito anteriormente, ou fixar as fotos na geladeira. O importante é promover o questionamento: - Você quer o biscoito ou a escova de dentes? Aguardar a resposta e, se caso ela não ocorrer, proceder como supracitado: pegar a foto na mão e executar o procedimento elucidado.
Uma interessante possibilidade é incluir mais uma pessoa, com o objetivo de assessorar o autista, nestes exercícios. Esse terceiro elemento será o responsável por orientar o movimento (pegar e doar a foto, qual mão utilizar, ou seja, um fiscal atuante).
v  Alguns autistas podem ter dificuldades em compreender o uso das fotos e, então, o objeto para eles poderá fazer mais sentido. O que pode ser feito é usar o objeto no começo e depois substituí-lo pela foto. Exemplo: use um copo para indicar bebida e cole a foto do PECS no copo. Depois, retire o copo e só use a foto.

v  Outros podem apresentar dificuldades motoras para pegar a foto. Nesses casos usar uma foto maior do PECS e colar a foto em uma cartolina para dar volume poderá ser uma solução.    



OUTRAS IDÉIAS

Todos estes passos foram fundamentais para o desenvolvimento do Luke. Ele aprendeu a falar, reconhecer com as fotos o que deveria fazer e, com isso, passou a ganhar independência, fazer escolhas. Hoje ainda uso PECS, mas com menos dependência. Tenho o roteiro de atividades do dia na escola, desta maneira ele não fica tão agitado, e uso um calendário em casa com as atividades semanais.
Também utilizo o PECS para disciplina. Tenho três fotos de cada ação errada como gritar, bater nos amigos, bater a cabeça. Se ele faz isso, tiro junto com ele a foto da ação e a colocamos no numero um; se tornar a praticar qualquer outro ato desta lista, colocamos a foto no numero dois e a terceira no três e ai ele receberá o castigo que consiste em sentar-se ao meu lado por um minuto. Algumas vezes contamos até 30, bem devagar (este método foi introduzido quando ele tinha três anos na escola que freqüentava, quando ele cuspia na classe, batia a cabeça, corria das pessoas e agredia os amigos. Quando ele recebia o castigo eu tinha que colocá-lo em uma cadeira e segurá-lo por trás, pois essa era a única maneira de fazê-lo ficar quieto. Eu contava até dez, mas a instrução que recebi foi de deixá-lo de castigo por três minutos. Achei muito tempo e notei que ele ficava muito nervoso. Hoje Luke senta-se ao meu lado ou em uma cadeira e conta quando eu mando, o que não dura mais que um minuto).
Para o meu filho esse método funciona, pois ele não gosta de castigo e tem interesse em agradar. Já uso esse método há três anos, mas ele pode não funcionar com todas crianças autistas. O importante é que pais e educadores compreendam cada autista, saibam suas necessidades, seu tempo, a maneira apropriada de corrigi-los e ajudá-los.
Também uso PECS como auxiliar para criar uma história com as fotos, ou quando ele tem dificuldade de me contar como foi o seu dia. Luke pode ter feito muitas coisas, mas só fala muito pouco e de uma só ação. Uso então as fotos para ajudá-lo a lembrar e contar o que fez. Também as uso para contar a ele sobre o meu dia, para mostrar atos que podem e não podem ser feitos, como deve agir e também para dividir coisas por categorias (como o que se come no café da manhã, no almoço, etc.).
O PECS não tem limites para ser usado.  Seja criativo e observe os detalhes do comportamento do autista para obter os melhores resultados deste excelente instrumento de ajuda.    


Autismo


AUTISMO : AUXÍLIO NA COMUNICAÇÃO
Andréa Simon
Imagine-se em um outro país com uma cultura, hábitos, língua diferentes. Como você se sentiria neste lugar onde não consegue se comunicar ou compreender os atos das pessoas que são bem diferentes dos seus? A sua primeira reação provavelmente seria a de tentar manter uma comunicação. Da mesma maneira o autista precisa encontrar um caminho para se comunicar e, com isso diminuir sua frustração, trabalhar a socialização e seu crescimento como ser humano.Comunicação é uma área muito difícil para os autistas.
Algumas características dos autistas que dificultam a comunicação são: a distração, a dificuldade de processar instruções orais, manter atenção e organizar informações que estão recebendo. Também têm dificuldade de processar os cincos sentidos (tato, visão, audição, paladar, olfato) de uma só vez, ou mesmo de utilizar mais que um deles de cada vez. Esta inabilidade de ser compreendido afeta o comportamento podendo gerar maneiras inapropriadas para se comunicar como bater a cabeça, gritar, ou manter hábitos indicadores típicos do autismo.  Um exemplo: os pais podem compreender que andar de um lado para o outro quer dizer que ele necessita ir ao banheiro, mas para outras pessoas esta ação não terá um significado a ser imediatamente compreendido. Conseqüentemente, se você estabelecer uma maneira de manter a comunicação, poderá eliminar muitos problemas de comportamento.
Muitos autistas têm uma compreensão limitada do processo de comunicação ou nenhum tipo de compreensão. Ao escolher um método de comunicação é necessário que a meta usada seja a de possibilitar ao autista conquistar sua independência, encorajar iniciativa, estabelecer uma comunicação espontânea conseguindo expressar suas vontades, necessidades, pensamentos, sentimentos, em diferentes situações e com distintas pessoas. Se um autista consegue efetivamente conquistar a habilidade da comunicação antes de atingir os seis anos de idade, terá melhores condições de desenvolver a comunicação e se tornar um autista de bom funcionamento.

Maneiras de trabalhar a comunicação:
» Dar ênfase ao lado visual;
» Rotina;
» Criar situações nas quais o indivíduo tenha que fazer uma escolha entre um
   objeto; que gosta e um objeto que não gosta;
» Estabelecer uma meta de comunicação para cada atividade;
Encorajar interação com outras crianças;
» Encorajar brincadeiras nas quais tenha que se revezar.
Encorajar a comunicação:
» Validar qualquer tipo de comunicação.
» Encorajar atividades que envolvam materiais como atividades físicas,
   movimentos, música (incorpore música e movimento nas atividades).
» Encorajar a iniciação de comunicação (não antecipe as necessidades. Controle
   aceso aos objetos preferidos).
Problemas motores podem resultar em dificuldades no desenvolvimento da fala indicando a necessidade de estabelecer uma maneira alternativa de comunicação. Esses sistemas não são desenvolvidos para substituir a fala, mas para servirem como suplementos e facilitar a verbalização em de uma maneira eficaz.
   » Gestos e apontar
   » Comunicação com objetos e fotos
   » Trocas de objetos ou fotos
   » Fotos de símbolos com palavras
   » Palavras e letras
   » Linguagem de sinais
Estes métodos alternativos de comunicação podem oferecer uma maneira de comunicação que seja apropriada e afetiva e, com isso, poderá ocorrer a aprendizagem.
   » Aprender o processo de comunicação.
   » Engajar em comunicação intencional para expressar vontades e necessidades
   » Experiência em trocar comunicação.
Apontar, gestos e birra podem ser apropriados para alguns. Comunicações mais simples são freqüentes para se poder começar uma comunicação funcional. Seja qual for o método de comunicação que você escolher, explicite-o, deixe-o sempre a mostra, faça com que ele seja reconhecido pelo autista.

   » Troca de objetos funciona bem para pessoas que não apontam, que têm
   problemas de visão ou têm dificuldades com fotos (as fotos muitas vezes são
   abstratas no começo e podem ser usadas coladas em um objeto por elas    
   representado - Exemplo: em um copo, colar a foto de um copo do PECS para
   pedir água). Uma maneira de introduzir esse método é criando uma caixa de
   objetos que a pessoa pode usar quando desejar pedir ou comunicar algo. A caixa
   poderá ser dividida em quatro ou mais divisões e as fotos separadas por classes
   (Exemplo: brinquedos; comidas; utensílios, etc.).
   » Fotos (PECS) podem ser arrumadas em um fichário ou roteiro colocados na
   parede. Este sistema oferece o suporte visual necessário. (Pesquisas provam que
   este sistema e a linguagem de sinais também facilitam o desenvolvimento da
   fala, quando usados corretamente, para não criar dependência).
   » A linguagem de sinais tem sido usada não só para surdos e mudos, mas
   também para pessoas com problemas de comunicação. Pode ser usada para
   cada palavra que você diz ou para palavras especificas que deseja acentuar. Este
   método tem sido uma maneira bem afetiva de ensinar comunicação e manter a
   atenção. Deve ser usado com consistência: em casa, na escola e nas atividades
   diárias.
   » Estimule o individuo a fazer qualquer barulho para pedir algo. Então você dará    
   o que ele deseja. Com isso, aos poucos ele descobrirá a importância de usar as
   palavras. Exemplo: "bis" para biscoito (coloque o biscoito em um lugar que ele
   não tenha acesso) faça de conta que não compreende o que está sendo pedido
   até que ele use o som "bis" (ao dar o biscoito fale "biscoito"). Quando começar a
   usar o "bis" para biscoito ensine outro som para representar outra coisa. Depois
   da criança aprender umas dez palavras aproximadamente e começar a falar
   claramente (não necessita ser perfeito), articule palavras até que ela comece a    usar duas palavras juntas ("quero biscoito").

Projeto Páscoa - 2011


PROJETO: NOSSA PÁSCOA
JUSTIFICATIVA:
Páscoa é o momento e motivo de renovação pessoal independentemente de religião. A escola precisa suprir esta necessidade que se faz nos alunos da sala de recursos  estendendo à toda comunidade com demonstração dos trabalhos realizados pelos mesmos.
OBJETIVOS:
·        Compreender o verdadeiro  significado da Páscoa;
·        Identificar e compreender os símbolos da Páscoa;
·        Reconhecer através de história,  a diferença entre nós;
·        Estimular e dinamizar  a psicomotricidade através de atividades com sucatas,pintura, modelagem, recorte e colagem,  valorizando  os diversos recursos pedagógicos utilizados .
·        Reconhecer as dificuldades quanto a escrita e produção de textos, utilizando-se de textos e atividades diversas para sanar as dificuldades.
ESTRATÉGIA PROCEDIMENTAL:
·        Ditados;
·        Liga-pontos;
·        Caligrafia;
·        Símbolos da Páscoa;
·        Percepção visual;
·        Cruzadinhas;
·        Livro dos símbolos;
·        Músicas;
·        Cartões de Páscoa;
·        Arte com balões ;
·        Arte com sucatas;
·        Atividades manuais.

ESTRATÉGIA ATITUDINAL:
·        Recorte e  colagem
·        Leitura do Livro: O coelho que não era de Páscoa – Ruth Rocha
·        Conversa informal sobre o Livro, sobre o verdadeira sentido da Páscoa e seus símbolos;
·        Confecção de livro sobre os símbolos;
·        Pintura em mural ( mensagem decifrada)
·        Confecção de adesivos de janela (artesanato)
·        Confecção de ovos de páscoa para ornamentação do mural;
·        Confecção de embalagens com sucatas e doces.
O trabalho será dividido por semanas:

1ª semana: 28 /03   a  01 /04
v Leitura do livro
v Conversa sobre o verdadeiro sentido da Páscoa;
v Montagem dos Ovos para montagem do mural.
v Início da montagem dos livros.
2ª semana : 04/ 04  a  08/04
v Conclusão dos livros
v Confecção dos adesivos;
v Atividades de Páscoa


3ª Semana:  11/04  a 15/04

v Atividades de Páscoa
v Pintando o Mural
v Confeccionando as embalagens para os doces.
4ª semana: 18/04  a 20/04














v Confecção dos doces.